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Archive for Abril, 2008

Não é uma piada.

A Junta de Freguesia da Ericeira, de há uns anos para cá, resolveu recolher porta-a-porta óleos alimentares usados e até já tem “oleões” para a recolha dos mesmos nos seus ecopontos. Os carros do lixo da junta funcionam com o biocombustível que resulta do tratamento desses óleos. Com o dinheiro que se poupou em combustível, apetrecharam escolas; neste momento, cedem o biocombustível que sobra a bombeiros, à Protecção Civil ea instituições de solidariedade.

O que decidu fazer o ESTADO? Dar-lhes um prémio por serem expeditos e ecológicos na resolução dos seus problemas e por pouparem dinheiro em combustível do seu orçamento de 55 mil eutos para o poderem gastar noutras coisas?

Não, não senhor. O estado sentiu-se roubado por, na Ericeira, os representantes do estado e da população não comprarem o dito combustível ao estado e, zumba! , multa de 7 mil euros. Bem feito, que é para aprenderem a não serem espertos! Ainda se o presidente da junta tivesse metido dinheiro num qualquer saco azul, agora poupar dinheiro? Ter preocupações ambientais? Isso não se admite! Bem feito!

Para ver outras actividades imorais da Junta de freguesia da Ericeira, é favor clicar aqui.

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Que força é essa?

Vi-te a trabalhar o dia inteiro
construir as cidades pr´ós outros
carregar pedras, desperdiçar
muita força p´ra pouco dinheiro
Vi-te a trabalhar o dia inteiro
Muita força p´ra pouco dinheiro

Que força é essa
que força é essa
que trazes nos braços
que só te serve para obedecer
que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
que força é essa, amigo
que te põe de bem com outros
e de mal contigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo

Não me digas que não me compr´endes
quando os dias se tornam azedos
não me digas que nunca sentiste
uma força a crescer-te nos dedos
e uma raiva a nascer-te nos dentes
Não me digas que não me compr´endes

(Que força…)

(Vi-te a trabalhar…)

Que força é essa
que força é essa
que trazes nos braços
que só te serve para obedecer
que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
que força é essa, amigo
que te põe de bem com outros
e de mal contigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo

Sérgio Godinho

Para ouvir um bocadinho:

http://fonoteca.cm-lisboa.pt/cgi-bin/info3.pl?1256&CD&1

 

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pobreza, exploração dos fracos, opressão, guerra, falta de liberdade, ….

 

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Ou sobre como é URGENTE mudar a nossa relação com as coisas.

“O que é a História das Coisas? … Desde a sua extracção até à venda, uso até ao momento em que as atiramos para o lixo, todas as coisas que compramos e usamos na nossa vida afectam as sociedade no nosso país e noutros países, mas a maior parte destes efeitos negativas é propositadamente escondida dos nossos olhos pelas empresas e políticos.

 A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, rápido e repleto de factos que olha para o interior dos padrões do nosso sistema de extracção, produção, consumo e lixo.

 A História das Coisas expõe as relações entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando que estamos a destruir o mundo e a auto-destruirmo-nos, e assim apela-nos a criar um mundo mais sustentável e justo para todos e para o planeta Terra. ” … http://www.storyofstuff.com ..

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Humor político

Pelo Zero de Conduta, fiquei a saber quais são as prioridades do PSD: resolver rapidamente esta história chata de escolherem um líder para se poderem concentrar no que de facto interessa: apoiar a selecção nacional de futebol no Euro-2008. AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!’Bora lá, concentrados no essencial! E o essencial, para este partido, não é fazer oposição ao governo de Sócrates ou pensar em como resolver os problemas do país que querem governar.  É o futebol! Até que enfim que apareceu um político sincero! Viva o Ribau Esteves!

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Ah, sei lá, pensa cada um dos nossos governantes:

Colocar aquecimento em todas as escolas deste país? Contratar mais médicos? Subvencionar mais medicamentos? Pôr o Parque Nacional Peneda-Gerês a funcionar a sério? Promover a recuperação do património edificado público e privado? Colocar mais árvores e jardins nos espaços urbanos? Estimular o uso dos tranportes públicos em detrimento do carrinho a gasolina que tanto imposto traz ao Estado? Subsidiar a prática amadorística de desportos pelo maior número de pessaos? Apoiar escritores, músicos, actores?

Não, disse um deles (qual? não se sabe, esse é o tipo de coisas que em Portugal nunca se sabe,  foi sempre o anterior responsável). “Vamos apoiar um condutor de carros da Fórmula 1. Esse, sim, é um desígnio nacional! É uma vergonha internacional não termos o nosso próprio motorista de Ferraris de corrida. Ainda por cima, essas equipas são tão pobrezinhas que, reconhecendo como o tipo conduz bem a 300 km por hora nas curvas, são incapazes de encontrar fundos para lhe pagarem. Ainda por cima, o rapaz JÁ ERA motorista desses carros, até já tinha participado em duas corridas!

Pode-se ler tudo sobre o desperdício destes dois milhões de euritos AQUI. O mais interessante da notícia é este singelo excerto:

“Para se manter nessa competição [Tiago Monteiro, o condutor de bólides] precisou do apoio do Governo português: foi esta a situação com que me deparei”, referiu [Laurentino Dias, secretário de Estado do Desporto] [Ou então] “Havia consequências jurídicas gravíssimas para o piloto, para a equipa, para os próprios patrocinadores que já se tinham envolvido no projecto e para a própria imagem do Estado português.”

E nós a queixarmo-nos de que o Estado não liga nenhuma aos problemas das pessoas. Liga sim, senhor. O piloto, a equipa do piloto e os patrocinadores dos pilotos não são poessoas? Ah, pois, que é que julgam.

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Desde pequeno que ouvia esta música em casa.

Apesar do sentido revolucionário deste tema, é associado sobretudo a um grande poeta andaluz, granadino que berrou a palavra liberdade.

 

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