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Archive for the ‘Experimentar’ Category

Se alguém perguntar por mim,

estou ali. Mas venho cá espreitar.

Chuaquíssimos!

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Uma experiência em sustentabilidade no nosso quintal… Inspirador!

(Vénia à Quinta do Sargaçal.)

 

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Há uns dias atrás andei por terras de Castilla-La-Mancha.

Comecei por pousar o pé em Toledo e “beber” aquele odor já semi-estival na Plaza del Zocodover, rodeada por casas de varandas envidraçadas, algumas delas apenas de rosto tradicional, porque a habitação já não existe. Passeei pelas ruelas encravadas entre casas quase tombadas sobre a rua, quando o sol andava a pino… para evitar a dor daquela torreira gozavamos de um toldo a todo o comprimento da rua. Apinhadas de gente, a mior parte dela, forasteira na cidade que como nós procurava inebriar-se no espírito castelhano profundo.

Toledo é daquelas cidades que vale a pena desviar no trajecto e parar uma tarde e beber numa esplanada, não só “una copa” para aliviar do calor da Mancha, mas sentir o pulsar da cidade dos arcebispos, de El Greco, de Visigodos, mulçumanos, judeus e cristãos que durante “algum” tempo souberam viver em comunidade. Ai reside a magia daquela cidade património da humanidade, que também foi conhecida de Toletum, é banhada pelo nosso Tejo, ali conhecido de Tajo. Também ali foi banhado sangue que o orgulho e a cegueira do homem não conseguiu poupar, ainda hoje recordado no Alcazar, que mais não é do que um cubo gigante e sem graça, ainda memória de uma Espanha estupidamente seguidora de um fascista.

El Toboso, que mais não é do que uma aldeia perdida na meseta tórrida da Mancha. Marcada para sempre no romance de Cervantes. Mais do que aquela descrição da aldeia da formosa Dulcineia, é espantoso o silêncio que reina em volta, tendo apenas como horizonte um céu azulíssimo e uma planície recortada por colinas salpicadas de moinhos de vento, creio eu…. não se tratarem de terriveis gigantes intermináveis e combatentes de causas heroicas.

Cuenca, a cidaded mais pitoresca que já tive ocasião de conhecer em Espanha. Ali no cimo da colina, em plena Plaza Mayor tive o gosto de saborear uma tarde primaveril entre um formigueiro de gente que quase se atropelava para circular entre esplanadas e um transito que infelizmente também não dava tréguas.

As cores quentes e garridas das casas que teimam em deixar uma pessoa de cabeça torta e andar á roda porque afinal a verticalidade é tão relativa, como a perfeição no mundo.

Uma cidade que embora não sendo tão monumental como Toledo, marca bem o espírito popular manchego.

 

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Vagabond Opera

E eu que estou sempre a dizer que aqui ( e com isto quero dizer todo o distrito de Aveiro…)  não se passa nada! Quantas coisas belas já por cá fui ver no Teatro Aveirense, no Dorfeu e em Estarreja? E se não fui ver mais foi por pura preguiça, é verdade. Onde fui ver Wim Mertens? No Aveirense. Onde fui ver “Miss Daisy”, com a Eunice Muñoz? Idem. Onde fui ver o Bando? em Estarreja. etc, etc, etC.

Vem este arrazoado  a propósito de sexta ter ido ver os VAGABOND OPERA, que desconhecia de ouvido, só de ouvir falar. Foi um concerto fantástico, que merecia mais e melhor público. Estarão na Figueira e em Vila Real nos próximos dias e não se devem perder. Deixo aqui um cheirito:

Se quiserem mais, vão AQUI.

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Não conhecia a banda (será grave, Buzaranha-musical?), mas fiquei encantada com este vídeo e esta música. São os Arcade Fire e a música chama-se “Neon Bible”. Que tal?

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Qé isto?

Que é isto?

Todas as mulheres na plateia
desabotoaram os vestidos
para mostrar os seios nus
à espera das bocas que voavam
na escuridão da sala
– saliva que morde.

Às vezes para completar a música
falta apenas que os homens e as mulheres
se confundam
no deboche
de um acorde.

José Gomes Ferreira

Eu não posso ver nada! Lembrei-me de afixar aqui este vídeo porque o JMS teve a ideia primeiro, mas não pôs a minha música preferida. Quem quiser saber mais, vá aqui à coluna da direita e clique em Le Partisan. Ficam a conhecer a banda do Blandino e do Nuno e até podem descarregar a maqueta do disco deles para o computador. Se não chegar, vão ao You Tube que há mais por lá.

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No dia 24 de Novembro há uma nova festa: o Dia Sem Compras. Para fazer pensar naquilo que compramos, no porque compramos e na necessidade real que temos do que compramos. E, já agora, no que podemos fazer em vez de comprar.

Para participar, podemos simplesmente não comprar ou então fazer umas partidinhas nas mecas do consumo para pôr os outros todos a pensar… Sugestões de partidinhas aqui, sob os títulos “credit card cut up”, “zombie walk” e “whirl-mart”.

Porque reciclar não basta.

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